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sexta-feira, outubro 30, 2009

Campanha para Janeiro já começou

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POLÉMICO. Alexandre avança contra o que classifica de 'modelo esgotado'
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Seis meses depois de ter abandonado os relvados, Alexandre reafirma a intenção de assumir já em Janeiro as mais altas responsabilidades dentro do Varzim.
Em entrevista ao jornal O Varzim, o ex-capitão deixa essa garantia numa frase que é a síntese do exame crítico aos dois mandatos de José Manuel Lopes de Castro. Leia a conversa na íntegra em mais um número do jornal oficial do clube, que será distribuído este domingo nas bilheteiras do estádio.
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quarta-feira, maio 20, 2009

A poucos dias de terminar a carreira...

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... Alexandre dá a última grande entrevista ao jornal O Varzim.
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Na hora da despedida, o fiel capitão vai ao baú das memórias e recorda os melhores momentos de 17 anos... sempre ao serviço do único clube da sua vida.
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Alexandre recorda os melhores momentos da carreira - Jornal O Varzim/Preto No Branco



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Ao longo da carreira não faltaram oportunidades para dar o salto. O receio de não ser feliz fora do Varzim levou Alexandre a ficar.
Não se arrependeu.
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As propostas de outros clubes sempre recusadas - Jornal O Varzim/Preto No Branco



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Dos tempos mais recentes, fica a mágoa provocada pela não subida de divisão.
Mas, sobretudo, pela grave crise de salários que manchou o nome do Varzim.
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A mágoa pela crise salarial e pelo falhanço da subida - Jornal O Varzim/Preto No Branco



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Motivo acrescido para que Alexandre sinta mais dificuldades em aceitar que o fim da carreira está próximo.
O capitão admite que nunca mais foi o mesmo desde que decidiu arrumar as chuteiras.
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Os dias difíceis desde que assumiu a retirada - Jornal O Varzim/Preto No Branco



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No futuro, Alexandre sabe que ainda será muito importante para o Varzim.
Para já, recusa qualquer cargo que, no seu entender, não traga qualquer valor acrescentado à sua relação com o clube.
Lopes de Castro convidou-o para coordenar a comissão de acompanhamento do novo estádio.
Alexandre recusou.
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O futuro dentro do Varzim - Jornal O Varzim/Preto No Branco



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Entretanto, o Varzim vai escolher novo presidente em Janeiro do próximo ano.
Alexandre considera prematuro falar em alternância, mas admite que a introdução de ideias diferentes no debate eleitoral é sempre positiva.
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O ciclo eleitoral (Janeiro 2010) - Jornal O Varzim/Preto No Branco

Passagens de uma conversa de mais de duas horas e meia que poderá ler integralmente na próxima edição d'O Varzim. O jornal será distribuído no próximo domingo no estádio, mas poderá ser consultado a partir de sábado no site do Varzim (http://www.varzim.pt/).
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sexta-feira, abril 10, 2009

Para vencer... contra todas as crises

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Este fim de semana, é distribuída a edição de Abril do jornal O Varzim que traz, entre outros assuntos, uma entrevista com o subcapitão Emanuel.
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Em declarações ao órgão oficial do clube, o atleta aborda os assuntos da actualidade do plantel... nomeadamente a crise de salários, a sucessão técnica e aquilo que o Varzim ainda pode fazer até ao final da época.
Ouça aqui excertos dessa entrevista e leia mais a partir de amanhã na edição n.º 115 d' O Varzim.
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As diferenças entre Rui Dias e Eduardo Esteves
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O que a equipa ainda pode fazer
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O desespero dos salários em atraso
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sexta-feira, outubro 26, 2007

Diga 33

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Conforme prometido, aqui vai.
Republicamos aqui a entrevista ao guarda-redes Bruno Vale, ao abrigo da parceria Preto No Branco/O Varzim.
Anseios e perspectivas do guardião emprestado pelo FC Porto e que sonha envergar a camisola 33 como titular da baliza alvi-negra.
Uma reportagem cedida pelo jornalista Luís Leal.
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Bruno Vale quer relançar a sua carreira no Varzim
“Não hesitei em abraçar este projecto”
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O guarda-redes, emprestado pelo FC Porto, foi a última contratação do Varzim neste defeso, vindo reforçar o grupo de trabalho dos “alvi-negros” com experiência. Depois do ano passado não ter jogado com regularidade, Bruno Vale acredita que poderá no Varzim voltar a mostrar todo o seu valor, com o objectivo de que esta seja uma grande época para si e para o clube
Aos 24 anos Bruno Vale abraçou mais um novo projecto na sua careira, desta vez estreando-se no segundo escalão do futebol nacional, ao serviço do Varzim. O guarda-redes internacional português veio para ajudar os “Lobos do Mar” a atingirem o objectivo da subida de divisão, enriquecendo o plantel com a sua larga experiência adquirida nos escalões de formação e na equipa principal do FC Porto (com quem ainda mantém um vínculo até 2010), nas suas passagens pelo Estrela da Amadora e União de Leiria na Liga principal, além das chamadas à Selecção Nacional.
Devido à sua chegada ter acontecido com a época em curso, Bruno Vale veio encontrar uma equipa já com processos e rotinas adquiridas, sendo obrigado a um esforço suplementar para se impor entre o valoroso trio de guarda-redes composto por Bruno Conceição, Rui Barbosa e Marafona.
O guardião fala numa “rivalidade” saudável com os companheiros das balizas, e acredita que a luta por um lugar no onze apenas valoriza a equipa que, na sua opinião, tem tudo para se classificar nos lugares cimeiros do campeonato e ambicionar a subida de escalão.

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O VARZIM - Como tem sido estas primeiras semanas de trabalho no Varzim?
Bruno Vale - Estou a gostar muito. Tenho de agradecer ao grupo de trabalho a forma como fui recebido. Agora resta-me trabalhar para justificar a aposta que os responsáveis do clube fizeram em mim.

OV - Tendo em conta a sua experiência o que achou dos níveis competitivos da equipa?
BV - Já conhecia alguns dos jogadores e vim com uma imagem muito positiva desta equipa. Nos primeiros dias de trabalho confirmei as minhas expectativas, que é um grupo muito forte e com bons índices competitivos.

OV - Tendo em conta essa qualidade, até onde acha que pode ir o Varzim?
BV - Como tem uma equipa forte, reúne todas as condições para lutar pelos lugares cimeiros da classificação.

OV - Como surgiu a hipótese de abraçar este projecto?
BV - Foi-me apresentada uma boa proposta e como me pareceu que este projecto era ambicioso não hesitei em vir para a Póvoa, até porque o Varzim é um clube com história e tradição no panorama nacional.

OV - Esta poderá também ser uma etapa para relançar a sua carreira?
BV - Claro que também tenho essa intenção, mas venho sobretudo com o intuito de ajudar o Varzim a conseguir os seus objectivos. Estou empenhado em dar o meu máximo em prol do clube, para que ambos, em sintonia, possamos fazer uma excelente época.

OV - Já disse que o regresso ao FC Porto é um dos seus objectivos; acha que esta passagem pelo Varzim poderá ajudar?
BV - Creio que sim, mas não vivo obcecado com isso. Sei que ainda tenho contrato com eles até 2010 e que se tiver boas prestações aqui na Póvoa poderá precipitar o meu regresso ao FC Porto. Acho que toda gente conhece o meu valor e as coisas têm de correr naturalmente.

OV - Como tem sido a “rivalidade” com os outros guarda-redes do plantel?
BV - É uma luta saudável onde quem sai beneficiado é o clube. São jogadores de muito valor e que se aplicam a cem por cento nos treinos e com isso aumenta a qualidade da equipa.

OV - Como encara o facto do treinador de guarda-redes, o Rui Barbosa, ser também um “rival” por um lugar na baliza?
BV - É uma situação nova para mim, mas estou a gostar muito. Ele tem-me ajudado imenso na minha integração.

OV - Já está preparado para jogar ou ainda precisa de mais uns tempos para aprumar a sua forma física?
BV - Preciso de trabalhar mais um pouco. Mas creio que em breve, e caso o treinador assim o entenda, posso jogar. Estou já a assimilar os pressupostos de jogo da equipa e acredito já ter um bom entrosamento com os companheiros.

OV - Qual é a sua opinião sobre o técnico Diamantino Miranda?
BV - Estou a gostar muito de trabalhar como ele, é o técnico jovem e dinâmico que mantém uma boa relação com os atletas, o que torna mais fácil a nossa prestação.

OV - Há quem possa pensar que jogar na II Liga será um retrocesso na sua carreira; partilha dessa opinião?
BV - Nem pensar. Acho que este segundo escalão tem níveis competitivos muito elevados, até pelo nivelamento das equipas, o que pode tornar as contas muito complicadas. A época passada não tive muitas oportunidades para jogar e procurava agora um clube que me pudesse dar mais estabilidade. Creio que esta aposta no Varzim vai ser muito acertada.

OV - Fora das quatro linhas, o que está a achar da cidade da Póvoa?
BV - Estou a gostar muito da Povoa e das suas gentes. Já costumava vir aqui em outras ocasiões a título pessoal e sempre me senti bem nesta cidade.
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BIOGRAFIA

BRUNO Miguel Esteves do VALE
Idade:
24 anos (08-04-83)
Posição: guarda-redes
Naturalidade: Mafamude (V.N. de Gaia)
Internacional: equipas jovens e Selecção A (1 vez)
Percurso: Vilanovense (formação), FC Porto (formação e equipa B), Estrela da Amadora e União de Leiria.
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quinta-feira, outubro 25, 2007

Os Sub 20 do Varzim

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Estiveram em destaque na edição 102 do jornal O VARZIM.
Fundamentalmente por causa da estreia absoluta do jovem Yazalde, um dos jogadores do momento no plantel varzinista.
O jovem de 19 anos, formado no Varzim, juntou-se a Ukra e Candeias na convocatória de António Violante para a selecção Sub 20.
Fotografia e texto cedidos por Luís Leal... uma reportagem que agora recuperamos.
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UKRA – CANDEIAS – YAZALDE

Varzim com três convocados para a selecção de sub 20

Durante três dias, Candeias, Ukra e Yazalde foram chamados por António Violante para integrarem o estágio da Selecção de sub 20, que decorreu em Lisboa. Os primeiros dois, têm sido habituais nas convocatórias, para as selecções jovens, embora sejam estreantes nos sub-20. A estes juntou-se agora Yazalde, com a particularidade de todos pertencerem ao clube varzinista, o que não acontecia anteriormente, já que Ukra (André Moreira) e Candeias são oriundos do FC do Porto, ainda com vínculo a esse clube.
Por isso Yazalde, um estreante nestas andanças, estava orgulhoso e “para a primeira vez senti-me um bocado nervoso, mas os meus colegas de equipa no Varzim ajudaram-me e então fiquei mais á vontade. É claro que sentiu um ambiente estranho mas tentei adaptar-me, até porque o seleccionador Violante tentou ajudar-me e agora que voltei ao Varzim, vou continuar a trabalhar à espera de nova oportunidade”. Quanto às mudanças de ambiente encontradas, “no Varzim os jogadores são mais experientes e lá somos todos novos, muitos ainda em formação, mas foi bom ter lá estado. Pelo menos fiquei com essa experiência”. Porém, e como na primeira viagem a Lisboa, foi apenas para estágio, Yazalde espera um dia alinhar pela selecção nacional. “Para já fui chamado, mas se vier a representar a selecção ao serviço do Varzim, irei sentir-me muito mais orgulhoso.”
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Candeias, tal como Ukra, passou da selecção de sub-19 para a de sub-20, mas isso não lhe causou qualquer diferença “porque a maioria dos jogadores vem de selecções anteriores e estes três dias deram para nos conhecermos melhor”. Só com uma pequena diferença, de nesta vez terem encontrado António Violante como seleccionador, “o que já tinha acontecido nos sub-16 e daí termos conhecimento dos seus métodos de trabalho”. Fica a vontade do novo jogador varzinista: “Vou continuar a trabalhar no Varzim à espera de nova chamada”.
Quanto a Ukra, o atleta não estranhou a mudança de selecção porque “o grupo era o mesmo, com poucas alterações nas entradas e saídas. É assim a vida na selecção. Somos como uma família. Em 26, 27 e 28 de Outubro haverá novo estágio, e vou ficar à espera que me chamem”. O facto de ter sido chamados como jogador do Varzim, Ukra salientou que “apenas mudou o nome do clube na convocatória, pois nada se alterou, dado que neste momento sou jogadores do Varzim e só nele tenho que pensar. Portanto isso não acrescenta nada. Apenas faz aumentar o prestígio do clube que represento agora”.

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Amanhã publicamos a entrevista ao guarda redes Bruno Vale.
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terça-feira, setembro 25, 2007

A entrevista do presidente ao jornal O Varzim

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A poucos dias de sair o número 102 do jornal O Varzim para as bancas, publicamos uma versão não editada da última das entrevistas de fundo publicada na edição anterior.
Lopes de Castro aborda os assuntos que dominam a actualidade do clube: desde as contratações às saídas, passando pela polémica em torno do novo estádio que se reacendeu desde que um grupo de sócios encabeçado por Vasco Graça Oliveira decidiu impugnar o negócio.
Para quem ainda não leu, ou queira reler, aqui vai.
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«SUBIDA É EXERCÍCIO DE EXIGÊNCIA PARA JOGADORES E EQUIPA TÉCNICA»
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O Varzim - Quanto renderam ao Varzim as saídas de jogadores da época transacta... e em que circunstâncias?
Lopes de Castro – O Varzim finalmente colocou-se no mercado como vendedor. Há aspectos interessantes a reter, como por exemplo, não aceitamos propostas firmes para atletas que entendemos serem importantes nos planos para a época em curso.
Vendemos os direitos desportivos do Ricardo e do Pedrinho à Académica, ficando o Varzim com 20 e 50 por cento, respectivamente. O montante em causa foi de 175.000 euros. Já o Bruno Miguel, vendemos 70 por cento do passe por 120.000 euros à União de Leiria. Já o Mendonça, que assinou pelo Belenenses, fê-lo naturalmente a custo zero, já que o atleta estava livre, mas dadas as boas relações entre as direcções do Varzim e do Belenenses, e como pagamento dos nossos préstimos junto do atleta, para que aceitasse assinar pelo clube de Belém, o Varzim ficou com 25% dos direitos desportivos.

V - Quais são os números reais do Varzim?
LC – Os números reais do Varzim podem ser extraídos do último relatório de contas. Quanto à época em curso e ao exercício económico que finda a 31 de Julho, naturalmente que serão vertidos para um relatório que será distribuído em Assembleia Geral. Genericamente, anulámos as dívidas que sistematicamente comprometiam o inicio da época desportiva, dividas a treinadores, jogadores e processos em tribunal.
Hoje respira-se melhor, embora a divida às Finanças ainda esteja em aberto.
Esta dívida é de natureza complexa, já que são reclamados valores que o Varzim entende estarem pagos, e enquanto não for totalmente esclarecido o montante em divida, corremos sempre o risco de ver penhorados bens ou receitas. Para acabarmos de vez com este assunto, demos inicio a um PEC (processo extrajudicial de conciliação), que será finalizado durante o mês de Setembro e que permitirá definitivamente sabermos quanto devemos à administração fiscal e como vamos pagar. Em principio em 60 prestações.
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Caso Paulo Ferreira: «Espero que o Varzim tenha razão»
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V - Há processos pendentes de dívidas a antigos atletas do clube (nomeadamente caso Paulo Ferreira que, segundo se sabe, ainda está por resolver)?
LC – Ainda temos dois casos de dívidas pendentes. Estão negociadas com os atletas e logo que tenhamos liquidez pagaremos. Neste intervalo de tempo pagámos dívidas em atraso, e a maioria não contabilizada, a várias dezenas de jogadores. O caso Paulo Ferreira é diferente, porque é reclamada uma importância a título de indemnização por despedimento indevido. Está marcado para Novembro o julgamento. Esperemos que o Varzim tenha razão, porque a verba reclamada é de 350000 euros, montante demasiado alto para qualquer tesouraria.

V – A subida é um objectivo realista este ano?
LC – O Varzim, em condições de normalidade, é sempre candidato à subida. Nas últimas épocas a preocupação central foi estabilizar o clube, dignificá-lo juntos das instituições do futebol, arrumar a casa em termos administrativos, pagar a quem se devia e olhar para dentro de casa na formação.
Respondendo à questão, transitaram 17 jogadores da última época, contrataram-se jogadores que, como veremos, serão uma mais valia no plantel, a equipa técnica é a mesma, então, só falta assumir.
Foi isso que fiz. É uma exigência da direcção aos jogadores e à equipa técnica.
Não nos podemos esquecer que nas épocas anteriores, a equipa teve o apoio incondicional dos sócios. Está na hora de retribuirmos aqueles que nos apoiam nos tempos difíceis, e de lhes darmos alegrias desportivas.
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V – E sente que toda a infra-estrutura do clube está preparada para dar esse passo?
LC - Nada melhor do que a estabilidade para se alcançarem resultados. Não são os orçamentos que fazem subir as equipas. Os resultados são reflexo da qualidade do trabalho que se desenvolve.
Se trabalharmos muito e bem, se não menosprezarmos os adversários, se conhecermos bem a equipa contra quem vamos jogar, se tivermos atitude, raça à poveiro, então poderemos vencer.
Em termos de organização, não ficamos atrás de ninguém. Temos um bom departamento médico, uma equipa técnica apoiada por observadores de jogos, temos a ligação com o futebol de formação sempre presente, temos um dirigente que acompanha permanentemente o futebol profissional. Por isso considero que estão reunidas as condições para uma boa época desportiva.

V – Quais serão os adversários/concorrentes do Varzim na corrida à Bwin Liga?
LC – Na Liga Vitalis os candidatos à subida são sempre muitos. Esta época temos um Vizela que se reforçou para atacar a subida, temos o Trofense que claramente aposta tudo na subida (veja-se as contratações que fizeram, praticamente todas com origem na Primeira Liga), temos o Beira Mar e o Aves, que desceram no ano passado mas essencialmente porque são clubes sem problemas de natureza financeira, o que permite se precisarem ir ao mercado em Janeiro procurar reforços para a segunda parte da prova. E finalmente, temos o Rio Ave que, não convém esquecer, não subiu na época passada nas últimas quatro jornadas.
Juntando a estes o Gondomar, o Estoril e o Santa Clara, pode-se dizer com propriedade que a Liga Vitalis é uma prova mais competitiva e com maior incerteza na tabela classificativa do que, por exemplo, a Bwin Liga.
Para esta prova resultar só falta aparecerem soluções de natureza financeira.
É um campeonato deficitário, sem receitas de publicidade, sem receitas de bilheteira, esmagado pela televisão, que nos brinda com jogos todos os dias da semana.
Ainda não foi desta que a tão propalada solução, que passou por dar o nome à competição de Liga Vitalis, resolveu o que quer que fosse. Pode-se dizer que não foram os clubes a beneficiar da sponsorização, já que vão receber a troco de 100 bilhetes por jogo, o montante de 7500 euros por época. Aguardam-se novos apoios, e que a distribuição das verbas seja feita de forma equilibrada e justa pelos clubes de futebol.
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«Plantel que começa, acaba a época»
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V – A estrutura da equipa será para manter até ao fim da época ou admite que seja necessário encaixar verbas com transacções de jogadores no mercado de Inverno? E nesse período, há possibilidade de ir às compras, se necessário?
LC – Em condições normais não iremos ao mercado. A nossa política de contratação está definida: plantel que começa, acaba a época. Temos sempre que salvaguardar motivos de força maior. Por exemplo lesões, que não são previsíveis, mas acontecem, veja-se a última época.

V – Qual é o ponto da situação do dossier ‘Varzim Estádio’?
LC – O processo foi interrompido porque um grupo de sócios interpôs uma providência cautelar. Da nossa parte nada mais podíamos fazer senão responder em tribunal e aguardar a sentença. Foi dada razão à Direcção e pensámos que os impugnantes ficariam esclarecidos depois de lerem a sentença.
Acontece que o sócio Vasco Graça Oliveira entendeu que o processo deveria continuar e recorreu da decisão, para um tribunal de instância superior. Que fazer? Aguardar novamente da decisão? Reiniciar o processo de aquisição dos terrenos? Penso que é por aí que devemos ir.
Próximo passo: comprar os terrenos, aguardar a aprovação do Plano de Pormenor e dar inicio de forma definitiva à construção do estádio e do centro de formação.
Aproveito para abordar esta questão por outro prisma: será que os impugnantes têm conhecimento de causa das condições de trabalho que diariamente centenas de jovens que praticam futebol no Varzim? Será que se darão ao trabalho de visitar o campo pelado e as instalações de apoio? Será que têm consciência do estado de degradação do nosso estádio? Será que se preocupam com a comodidade dos sócios? Será que se preocupam com a cidade? Última questão, será que se preocupam com o Varzim?
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Vasco Graça Oliveira deve explicações aos varzinistas
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V – Foi apresentada na última reunião magna de sócios uma proposta de irradiação do sócio Vasco Graça Oliveira. É de considerar esse desfecho?
LC – Na última Assembleia Geral alguns sócios colocaram à mesa a hipótese de irradiação desse associado. Imediatamente foram esclarecidos que o Varzim não tem regulamento disciplinar, logo não tem mecanismos para exercer qualquer irradiação. Mas também foram esclarecidos de que a Direcção se opunha a qualquer medida desse tipo. Da nossa parte, ficou claro que vamos dar continuidade ao processo, como até agora temos feito. Daremos todos os esclarecimentos ao Tribunal e sujeitamo-nos àquilo que a Justiça decidir. Não vamos deixar de fazer as coisas em tempo útil, e não nos amedrontamos com ameaças sob forma de comunicado.
A razão está do nosso lado e já era tempo do sócio Vasco Graça Oliveira, ele sim, explicar aos sócios do Varzim, o que quer com este recurso, e até onde pensa ir.

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quinta-feira, setembro 13, 2007

Alexandre, o eterno capitão

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Retomando a divulgação dos textos essenciais do número 101 do jornal O VARZIM, publicamos hoje a entrevista ao capitão Alexandre. Um trabalho do jornalista Luís Leal.
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ALEXANDRE – o "eterno capitão" completa 25 anos no seu clube de sempre
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“Um marco feliz numa carreira que não deve estar ao alcance de todos”
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De entre os jogadores do Varzim que renovaram contrato para esta temporada de 2007/2008, só o capitão Alexandre se vinculou por mais uma época, enquanto os outros assumiram compromissos contratuais um pouco mais dilatados. Isto, pouco tempo depois de ter estado praticamente anunciada a retirada do jogador varzinista das lides futebolística, já que com o curso de gestão desportiva praticamente concluído tenciona enveredar a sua carreira por outros caminhos, embora ligados ao futebol.
Natural das Caxinas, embora tenha nascido por acidente numa maternidade do Porto, Alexandre sente-se poveiro pelo coração, pois foi no Varzim que se iniciou no futebol, com apenas 8 anos, e depois de ter passado por todos os escalões de formação, mantém-se no mesmo clube, agora que vai a caminho dos 34 anos de idade que os completará em 29 de Novembro.
Atinge, portanto, agora, 25 anos ao serviço do seu clube de sempre. Daí o facto de ter renovado o contrato por mais uma temporada, para celebrar um quarto de século de emblema do Varzim ao peito.
No entanto, em Dezembro de 2006 chegou a estar elaborado um comunicado, juntamente com a Direcção, para anunciar a sua retirada no final da época passada, dado que, recorda Alexandre, “em conversa com o treinador Horácio Gonçalves, deu-me a entender que não contaria comigo para a nova temporada, já que teria alternativas para a minha posição”. Como a partir daí “só tinha dois caminhos a escolher, que era acabar a carreira ou sair do clube, optava pelo primeiro e daí o já ter elaborado o comunicado para a despedida”.
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No dia 12 de Fevereiro de 2006, antes do jogo com o Leixões para a 22.ª jornada da Liga de Honra, Alexandre recebeu das mãos de Macedo Vieira, o reconhecimento da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, simbolizado na típica Lancha Poveira, por ter atingido nesse dia 1000 jogos ao serviço do Varzim (foto cedida por Luís Leal)
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Mas tudo se alterou com a entrada de Diamantino Miranda para o comando técnico. O treinador apostou em Alexandre, a recuperação do jogador foi bem visível, e embora “tivesse apanhado um susto” com a lesão no jogo com o Leixões a três jornadas do fim do Campeonato, “convencido que ficava arrumado”, a gravidade não se confirmou e o “capitão” voltou ao seu posto na ponta final da Liga de Honra da época passada.
Alexandre sente-se motivado “como se tivesse 18 anos” e como “o treinador e o presidente deram todo o alento”, tudo contribuiu para a renovação do contrato, “pois será um marco na minha carreira de futebolista atingir 25 anos ao serviço do meu único clube”, diz com satisfação e alguma ponta de orgulho aquele que dentro do Varzim é considerado “eterno capitão”, pois já exercia esse cargo nas camadas jovens desde os 15 anos, e há uma década que ostenta a braçadeira identificativa na equipa profissional.
Feitas as contas aos jogos oficiais em que Alexandre participou, envergando a camisola alvi-negra do clube da Póvoa, ultrapassaram o milhar, mais concretamente 1048 jogos, em todos os escalões, sendo 466 nas camadas jovens e 582 como sénior em várias competições.
Ao cumprir o contrato revalidado, com duração até final desta temporada de 2007/8, Alexandre atinge 25 anos ininterruptos ao serviço do Varzim, 16 dos quais como profissional, “o que não deve estar ao alcance de todos e me enche de satisfação, principalmente por reconhecer que fui feliz na minha carreira”, diz orgulhosamente quem não conheceu outro clube a não ser aquele onde iniciou a sua longa carreira de futebolista.

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sexta-feira, agosto 31, 2007

Cooperação

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A partir de agora, e sempre que possível, publicaremos em fascículos as entrevistas fundamentais de cada número do jornal O VARZIM.
Uma colaboração conjunta que arranca agora mesmo, depois da edição número 101 ter saído para as bancas no passado fim de semana.
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Com isto pretendemos não só dar uma maior longevidade e visibilidade aos principais assuntos de cada edição, mas também dar a oportunidade a todos os varzinistas de comentarem os textos.
Aproveitando a aproximação a mais uma jornada, e logo com uma difícil deslocação a Barcelos, recuperamos hoje a entrevista que o técnico Diamantino Miranda deu a João Ricardo Reina.
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Diamantino Miranda não promete a subida mas um Varzim ambicioso de vitórias
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“Ajudem-nos a concretizar o sonho”
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11 de Maio de 2008 é uma data que poderá trazer muitas alegrias aos adeptos varzinistas. Nessa altura vai saber-se quem sobe à 1.ª Liga e a Direcção do clube já afirmou que esse é o objectivo para esta temporada. O treinador não o promete mas garante que a ambição de jogadores e equipa técnica também é essa.
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Diamantino Miranda é um treinador confiante no início de mais uma edição da Liga de Honra. Um campeonato no qual o Varzim quer fazer um bom arranque, “com a equipa a dar continuidade ao que fez de bom no último terço do campeonato transacto”, garante o timoneiro da lancha alvi-negra.
O técnico não promete a subida mas “uma equipa com a responsabilidade de representar bem o Varzim, apresentando-se de forma digna e com vontade de vencer todos os jogos, em casa ou fora. Não vou afirmar que vamos ser campeões, mas sim que o Varzim tem plantel para fazer um campeonato tranquilo, na primeira metade da tabela, e para mais qualquer coisa. A goleada em Portimão mostra que temos potencial.”
O facto de não prometer o regresso à Liga principal não tira a Diamantino Miranda a ambição das vitórias e da luta pelos lugares cimeiros. "Já afirmei várias vezes que esse é o nosso desejo. Sabemos que há equipas bem mais estruturadas e com outras condições financeiras, mas a nossa ambição permite pensar que é possível lutar pela subida. Quero um Varzim ganhador e é com esse espírito que a equipa treina todos os dias e vai jogar todos os domingos.”
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Historicamente candidato à subida de divisão
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O desejo está aí mas há outras equipas com o mesmo em mente. “Este Campeonato vai ser, mais uma vez, muito competitivo e igual aos últimos. Nada se decidirá no início, apenas nas últimas jornadas. Se nessa altura estivermos lá em cima, o Varzim terá uma palavra a dizer, até porque historicamente será sempre um candidato à subida de divisão”, sublinha o treinador, deixando já o aviso: ”para o Varzim aspirar à subida, o Campeonato tem de correr super-bem”.
É para uma Liga de Honra complicada, na qual muitos clubes têm aspirações de subida, que Diamantino Miranda está a preparar a equipa. “Penso que o Beira-Mar está melhor apetrechado, pois manteve muitos jogadores da época passada. Depois há um lote de três equipas que se reforçaram bastante para lutar pela subida. As restantes formações são todas ‘outsiders’ à procura da surpresa”, diz, numa altura em que uma jornada já foi ultrapassada com três pontos no bolso. “Faltam outras 29 que vamos tentar ultrapassar com muita ambição. O jogo de Portimão mostrou o Varzim que desejo, sem cometer erros e a dominar desde o início. Aquele Varzim que esteve em Vizela (Taça da Liga) e em todos os jogos de uma pré-época” que, na opinião do treinador, “correu super-bem”.
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A contribuir para o bom momento da equipa está, sem dúvida, o plantel ao dispor de Diamantino Miranda. “A equipa mantém a estrutura base da época passada, reforçada com alguns jovens jogadores. É o plantel possível, porque todos sabemos que o Varzim não nada em dinheiro. Tem alguns problemas e não é altura para ser um clube gastador”.
Quem viu os últimos jogos do Varzim não deixou de reparar que as primeiras opções que saltam do banco têm sido Malafaia, Ukra e Candeias. Diamantino Miranda concorda que “vieram dar outras soluções que a equipa não tinha no passado”, mas lembra que dois deles são ex-juniores que têm ainda muito para competir. “A Liga de Honra tem exigências para as quais eles não estão preparados. Só com jogos e tempo irão ganhar essa experiência para que no futuro, que não espero muito longo, se tornem opções válidas, se calhar até como titulares”.

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Tácticas e ambições de uma longa caminhada


A jogar, e bem, tem estado a equipa na táctica do 4-4-2. "Enquanto der resultado, vamos jogar assim. Nos 18 jogos oficiais que levo como treinador do Varzim, sofremos apenas quatro derrotas. A estatística permite-me pensar que devemos seguir esse caminho e aperfeiçoá-lo se possível. Agora, não ponho de parte a hipótese de um dia vir a jogar noutro sistema”, explica Diamantino.
Já esquecida, e a goleada de Portimão confirmou-o, está a eliminação precoce da Taça da Liga. Ainda assim uma participação positiva no entender do treinador: “ Tivemos um jogo muito difícil em Vizela e ganhamo-lo bem. Depois aconteceu uma derrota normal num jogo em casa com uma equipa de escalão superior. Anormal foi o volume do resultado e também a exibição. Não estávamos à espera de perder por esses números. Ninguém ficou contente pois esperávamos até ganhar”, defende.

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Sem Taça da Liga mas com os olhos postos nos lugares cimeiros da Liga de Honra, Diamantino Miranda promete que “a Direcção, equipa técnica e jogadores tudo farão para que o sonho da subida seja uma realidade”. Um objectivo à distância de 29 jogos que começou bem com a goleada em Portimão, onde estiveram alguns adeptos alvi-negros. Daí o apelo: “A vida não está fácil, mas peço aos sócios que apoiem sempre a equipa, nomeadamente fora de casa, porque os jogadores transcendem-se quando apoiados. Façam um esforço para acompanhar o Varzim nos bons e, principalmente, nos maus momentos”.
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Plantel encerrado com Yazalde e Neto à espera de oportunidades
A poucos dias do fecho das inscrições, o treinador dá o plantel como encerrado. “A saída de alguém agora alarmar-me-ia mas não penso que esteja em cima da mesa esse cenário”, conta, embora não deixe de referir que Yazalde e Neto deveriam sair para rodar: “Aqui estão em pé de igualdade com todos mas têm que evoluir para se tornarem competitivos. Conto com eles mas vão ser escassas as oportunidades para jogar”.

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