Mostrar mensagens com a etiqueta Beira Mar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Beira Mar. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, março 16, 2010

Palavras para quê?...

-
-
Em meia hora, o Varzim sofreu três golos... todos com responsabilidades para a defesa.
No ataque fomos inofensivos.
Se na primeira parte, achava que 3-0 era um pouco pesado, ao fim dos 90 minutos, a vantagem aveirense justifica-se.
E já agora uma nota final (porque não me apetece falar mais sobre este lamentável incidente de Aveiro): não se pode encarar sem agressividade um encontro em que o nosso adversário sabia de antemão que, se ganhasse, assumia a liderança do campeonato.
Fomos muito, mas muito macios.
-

segunda-feira, novembro 02, 2009

Era só mais uma colher de açúcar, faz favor

-
-
Uma vitória. Era o que Varzim e Beira Mar procuraram alcançar num jogo que podia ter dado a liderança isolada aos aveirenses e uma posição mais próxima dos primeiros lugares aos varzinistas.
Pois bem, ao fim de 90 minutos de jogo (mais 13 de apagão na torre norte), ambas as equipas ficaram a meio caminho do objectivo traçado.
O que não é justo, sobretudo para o Varzim que diante deste Beira Mar aspirante a líder dominou a maior parte do primeiro tempo. Excepção feita aos 10 minutos iniciais, exactamente o período em que surgiu o golo aveirense, fruto de uma perda de bola a meio campo e de uma auto-estrada na defesa. Cedo demais para sofrer um golo mas isso não esmoreceu o desempenho alvi-negro. O Varzim procurou rapidamente inverter a desvantagem e conseguiu-o, na sequência de um pontapé de canto batido da esquerda por Vítor Júnior, a que Pedro Santos respondeu com uma cabeçada certeira para uma baliza deserta. Foi o lance que determinou a saída de Palatsi do campo. O guardião francês ao serviço do Beira Mar lesionou-se, aparentemente na sequência desse lance, e foi substituído por Bruno Conceição, um velho conhecido do Varzim. E, diga-se em abono da verdade, que no regresso a uma casa que bem conhece, o ex-guardião poveiro até nem se saiu mal. Teve um pouco da felicidade do jogo consigo, porque as falhas na concretização voltaram a ser uma constante, sobretudo no segundo tempo, esse sim dominado em toda a linha pelo Varzim.
Nota fundamental para a exibição do supersónico Mendes, que foi um verdadeiro quebra-cabeças para o lateral esquerdo da turma aveirense. Menos bem, mas em minha opinião melhor do que em Barcelos, esteve Lelo. Mesmo assim não me convence. À falta de melhor, aquele lugar é do Bruno Moreira. E que tarde entrou o #9 para tentar fazer das suas. A cinco minutos do fim nem dá para aquecer as pernas... é muito pouco tempo para resolver o que quer que seja.
Na minha opinião, podia e devia ter entrado em campo pouco depois do reatamento da partida... tipo aos 60 minutos ou coisa assim.
Nota menos positiva para a defesa: um golo como o Beira Mar marcou é um monumental falhanço. Bem sei que a equipa foi apanhada em contra-pé, numa transição de processo ofensivo para processo defensivo, mas há uma compensação que é necessário fazer. Continuo a achar que é o sector mais deficitário deste Varzim que, do meio campo para a frente, tem relativa qualidade que, se continuar a ser bem trabalhada, vai render muitos e bons frutos num futuro próximo.
Quanto às substituições, já tive oportunidade de questionar o timing da troca de Lelo por Bruno Moreira. Já Ruben Saldanha-Gonçalo Abreu, entende-se pela necessidade de dar mais poderio ao meio campo ofensivo. A verdade é que, tendo meia hora para fazer a diferença, Abreu esteve mais apagado do que é habitual. Também com intenção de dar força ao meio campo mas em zonas mais recuadas, Eduardo Esteves deu lugar a Paulo Henrique por troca com Vítor Junior. Também aqui as diferenças são mínimas. Paulo Henrique passou ao lado dos 10 minutos que esteve em campo.
Finalmente uma nota para a arbitragem: há em Portugal esta tendência para os juízes da partida não quererem lixar os ditos grandes (considerando que aqui o 'grande' era o Beira Mar porque, vencendo, isolava-se no topo). A fechar o encontro, numa situação em que Bruno Moreira ganha posição ao central Hugo, este - ainda antes da linha da grande área - carrega nitidamente o ponta de lança poveiro. Inacreditavelmente, o auxiliar do lado da bancada mandou seguir e o público, inflamado de fúria, saltou das cadeiras para a rede e com razão. Era livre para o Varzim, mesmo em cima da linha de rigor sobre a meia lua, e expulsão directa para o defensor aveirense.
Duarte Gomes assim não quis. Mas assim deveria ser.
Do livre, a bola poderia até ser batida para as telhas do Desportivo, mas é uma questão de princípio e justiça.
Andam por aí certos ladrões cuja impunidade nos mexe com os fígados.
-

sexta-feira, outubro 30, 2009

Confiança conquistada

-

OBJECTIVO: VITÓRIA!

segunda-feira, março 16, 2009

Pena que seja tarde para sonhar... ou será?

- -
22.ª jornada
-

----------

1-------------------------0
-
-
Muita coisa mudou do Varzim de Rui Dias para o Varzim de Eduardo Esteves.
É por demais evidente.
E dúvidas houvesse, os dois últimos jogos para o campeonato dissiparam-nas.
O Varzim já ganha encontros com muito mais mérito e menos daquela sorte sofrida de outros tempos.
Lembro-me dos triunfos em casa sobre Olhanense, Feirense, Santa Clara, Aves, Freamunde ou Portimonense... uns mais outros menos, mas todos conquistados à custa de muito suor e ainda mais felicidade.
Ontem não! Ontem, como em Santa Maria da Feira, ganhámos uma vez mais pela margem mínima, mas mostrámos que sabemos e podemos fazer mais.
-
-
A equipa está muito mais alegre e irreverente, desenvolve o seu jogo de forma simples, fluída e eficaz.
Exemplo disso mesmo é o golo alcançado em cima da meia hora da primeira parte: Mendonça conduziu o ataque pelo lado direito, viu Bruno Moreira em cima de Palatsi, assistiu primorosamente o #23 que, num remate à passada, fez o que lhe competia e levantou um estádio inteiro.
Pena foi que tenha sido o único golo da partida, já que o mesmo Bruno Moreira e também Mendonça tiveram nos pés oportunidades flagrantes para matar o jogo no primeiro tempo e mais ainda na segunda parte.
Aliás, o Varzim deveria mesmo ter tido - pelo menos - mais uma flagrante oportunidade para ampliar a vantagem. Rui Costa sonegou um penalti nitidíssimo cometido por Palatsi sobre Bruno Moreira: o avançado varzinista isola-se, faz o nó cego ao guardião aveirense e este passa-lhe uma rasteira evidente.
O LANCE FOI MESMO À MINHA FRENTE NA TOPO SUL!!!! UM ESCÂNDALO!!!!
Só o árbitro Rui Costa não viu. Antes, na primeira parte, Emanuel terá sido intencionalmente rasteirado à entrada da grande área. Apesar do lance me deixar muito poucas dúvidas, dou o benefício ao juiz portuense, porque a jogada aconteceu exactamente do lado oposto onde me encontrava.
Quanto ao resto da equipa, teve um comportamento fantástico... mas não posso deixar de referir em particular a excelente prestação do operário meio campo alvi-negro com Emanuel, André André e Marco Cláudio a assinarem exibições de luxo.
Duas notas finais: pode ter sido do tempo (esteve uma tarde fabulosa), mas quis-me parecer que ontem estava mais gente no estádio.
-
-
E Eduardo Esteves, que está em grande: dois jogos, duas vitórias... tem a equipa do seu lado para o que der e vier.
Faltam agora oito jornadas para o fim do campeonato e este Varzim entra na recta final da prova de cara lavada e cabeça erguida.
Há 24 pontos em disputa e estamos a nove do segundo, que é o Santa Clara.
Não sei porquê, mas estou convencido que, daqui até ao fim, iremos ter muitas alegrias!
Dizem que a subida é um milagre... eu próprio não acredito noutra coisa.
Mas o campeonato caminha para a sua fase mais louca... o quê que vai sair daqui?
-
-

segunda-feira, novembro 03, 2008

«Até morrer, Varzim allez!!!»

7.ª jornada - Domingo, 2 Novembro, 2008

-

----------

1---------------------------1
-
-
Foi o cântico da alegria... o grito de raiva dos poveiros em Aveiro, quando Nuno Gomes (cada vez mais em grande forma) marcou o golo que valeu um difícil ponto fora de casa, num jogo por vezes impróprio para cardíacos e marcado por novas contrariedades disciplinares.
As expulsões de Nelsinho e Marco Cláudio (ambas por acumulação de amarelos) tornaram bastante mais complicada - mas não menos heróica e emocionante - a tarefa de segurar um resultado que pode ser decisivo para os objectivos da equipa.
Mas vamos por partes: no arranque do encontro, saiu melhor o Varzim com Miran a avisar logo aos cinco minutos com um remate ameaçador às redes aveirenses.
Na resposta, o Beira Mar agigantou-se e só mesmo a audácia de Telmo salvou em cima da linha de golo um remate de Fangueiro que poderia aos 20 minutos ter dado a vantagem à equipa de António Sousa.
Cenário que não tardou a concretizar-se, precisamente numa altura em que o equilíbrio entre ambas as formações era a regra: sensivelmente à meia hora de jogo, novamente Fangueiro - mas desta vez com melhor sorte - tirou partido de um erro defensivo da turma alvi-negra e colocou o Beira Mar à frente no marcador.
A resposta foi uma reacção poderosa (e quase perfeita) do Varzim com Yazalde, Emanuel e Miran por três vezes a tentarem dar a volta à desvantagem no marcador.
Todavia, sem sucesso... com o resultado desfavorável ao Varzim, desceram ambas as equipas aos balneários para um intervalo após o qual Rui Dias procurou imprimir novo dinamismo à equipa.
Saiu Alexandre e entrou André André... o efeito foi notório, com o Varzim a recuperar o atrevimento dos minutos iniciais da partida. Após cerca de 20 minutos de luta intensa e de entrega, a pressão alvi-negra deu frutos.
-
-
Nuno Gomes aproveitou um espaço entre os defesas aveirenses para (na sequência de uma jogada confusa) disparar certeiro para a explosão total de alegria dos adeptos varzinistas que se deslocaram em bom número ao Municipal de Aveiro.
Depois disso foi louvável a todos os títulos o brio, o profissionalismo, a raça e o querer dos nossos rapazes: com Nelsinho a ser expulso, o Varzim jogava em inferioridade numérica e em total resistência face ao inconformismo do Beira Mar que tudo fez o que pôde para dar a volta.
Mas Rui Dias queria mais: colocou Marco Cláudio para reforçar o meio campo e Bruno Moreira para - quem sabe - trazer um resultado melhor.
Mas eis que surgem novos condicionalismos ao desempenho da turma poveira: a dois minutos do tempo regulamentar, Marafona lesiona-se depois de violentamente atingido na cabeça. Situação que terá provocado uma momentânea perda de sentidos ao guardião alvi-negro.
Enquanto Marafona era assistido no terreno de jogo, o estádio foi coberto pelos assobios dos adeptos da casa que exigiam o rápido reatamento do encontro.
O guardião, claramente limitado, recupera e resiste heroicamente mais oito minutos... firme e seguro. Nota máxima para a entrega de Marafona...
Com o Beira Mar sempre em cima - mas prejudicado pela ansiedade de recuperar a dianteira no marcador - o Varzim sofreu novo golpe. Marco Cláudio é expulso e a equipa acaba o jogo com nove... a resistir e a sofrer... no relvado e nas bancadas.
Quando Paulo Baptista deu apito final, o alívio foi notório na expressão dos jogadores e dos adeptos.
O empate foi merecido... e por tudo o que a equipa sofreu acabou mesmo por ter um sabor triunfal.
-
Foto: Varzim SC
-

domingo, março 30, 2008

Valeu rapazes!

-
Liga Vitalis - 24.ª jornada
-

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket---2--x--0--- Beira Mar

-

À entrada para o encontro, Varzim e Beira Mar traziam heranças muito diferentes: os poveiros traziam o peso de duas derrotas com golos sofridos a frio e os aveirenses traziam três vitórias consecutivas e o desejo de não baquearem à entrada para a fase decisiva do campeonato.

E um pouco à semelhança do que aconteceu no início da prova - lembram-se da eliminação humilhante do Varzim da Taça da Liga (0-4 com o Leixões) e da vitória (1-0) do surpreendente Portimonense frente ao Rio Ave, que lhe permitiu continuar em prova, os poveiros chegaram na primeira jornada ao Algarve e 'cá vai disto'... quatro golos sem resposta e uma exibição avassaladora a fazer esquecer a triste exibição na Póvoa frente ao recém promovido Leixões.

Pois bem, o que aconteceu frente ao Beira Mar foi qualquer coisa tipo a papel químico.

Atrevo-me mesmo a dizer que se os homens de Paulo Sérgio são candidatos à promoção, pelo menos na Póvoa não o mostraram.

A superioridade alvi-negra foi absoluta do primeiro ao último minuto e a equipa teve uma exibição plena de entrega, luta e garra como há muito não se via. Todos os sectores merecem nota altamente positiva: Bruno Conceição foi um espectador, mas das poucas vezes que teve de intervir, funcionou muito bem e deu à equipa a confiança necessária. Principalmente à defesa. Esteve muito mais segura de si do que com Bruno Vale. Conceição tem, de resto, um outro ponto a seu favor: explode com alegria nos bons momentos da equipa e interage nesses mesmos instantes. Os adeptos retêm essa atitude que denota a união no grupo e aplaudem. Na defesa, todos de parabéns da direita à esquerda: confesso que Sarmento era para mim um desconhecido. Jogou com muita concentração e não comprometeu, deu boas indicações com as bolas paradas e dos seus pés saiu, com a ajuda da barreira, o primeiro golo do Varzim; no meio, a dupla habitual com Alexandre e Nuno Gomes a terem também uma tarde tranquila sem sobressaltos e à esquerda, Telmo soube sempre aproveitar o espaço que teve para explorar as combinações com os companheiros do meio campo. Precisamente no meio terreno - o sector mais trabalhador - Marco Cláudio foi classe, Emanuel resistência, Tito raça e Malafaia operário... na frente Candeias foi speedy Candeias, pela forma impiedosa como lançou o terror entre os laterais auri-negros, tanto pela direita como pela esquerda. Superiorizou-se sempre em velocidade aos adversários. E Yazalde foi, sem margem para dúvidas, o melhor de todos.

Aliás, tudo o que se possa dizer da exibição do miúdo é pouco. Encheu o campo, esteve em todas as (numerosas) incursões do ataque, ganhou o livre que deu origem ao primeiro golo, fez um trabalho notável - já no segundo tempo - limpando do caminho os dois centrais aveirenses e rematando (para suprema infelicidade) à trave da baliza dos visitantes, defendeu quando foi necessário... eu sei lá, fez tudo o que foi necessário... e acabou substituído para dar lugar a Ukra que, em cima do apito final, poria justiça no resultado ao apontar o segundo golo com um mergulho 'à peixe', servido por um cruzamento da direita.
E digo justiça no resultado porque se é certo que o Beira Mar bem tentou (sem nunca conseguir) inverter o sentido do marcador, o Varzim foi inteligente ao responder em contra-ataques venenosos que levaram sempre muito mais perigo do que qualquer descida aveirense até à área poveira.
Tantos foram os falhanços e 'tantas vezes o cântaro vai à fonte'... que era elementarmente justo que o golo da tranquilidade surgisse.
Com este triunfo, está meio caminho percorrido para alcançar a manutenção. Falta outro meio.
Ganhar outro encontro é fundamental para assegurar o objectivo mínimo traçado para esta temporada... para enfrentar os jogos mais difíceis com as equipas da frente de forma mais descontraída.
Ou pelo menos sem aquela pressão que tantas vezes inibe a qualidade exibicional.
-

segunda-feira, novembro 05, 2007

Amargo empate

-
Liga Vitalis - 9.ª jornada
-

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket---1--x--1--- Photobucket - Video and Image Hosting

-
-
Por manifesta impossibilidade, nenhum dos administradores do blog assistiu à partida deste fim de semana em Aveiro.
Mas rezam as crónicas que foi uma partida de futebol de luxo: duas equipas bem organizadas, deram espectáculo a rodos.
Valeram em muitas situações as intervenções dos dois guarda-redes que impediram que o resultado fosse além da igualdade a um golo.
Seja como for, e no que ao VARZIM diz respeito, o empate é um resultado mediano.
Não fosse o golo de Jessé ao cair do pano e subíamos ao quarto lugar. Assim caímos para oitavo... mas nada está perdido.
Por isso, é pena termos deixado fugir o triunfo em cima do apito final... quando já jogávamos com 10, depois da expulsão de Pedro Santos.
-

-
De acordo com os relatos das rádios locais, esse parece ser o caso do jogo: o centrocampista alvi-negro é aparentemente carregado na grande área, mas Olegário Benquerença entendeu foi simulação.
Santos já tinha visto um amarelo e acabou expulso, alegadamente sem motivo que o justifique.
Ainda assim, tudo indica que a réplica poveira foi fantástica.
Valha-nos isso.
Mas não quisemos perder de vista os melhores excertos do que hoje se publica aí pelos jornais.
Assim sendo, aqui vai um clipping que, esperamos, vos seja útil na leitura de um encontro que, como vos disse (infelizmente) não tivemos a oportunidade de ver, mas que outros terão visto.
É a esses que pedimos que venham cá e corroborem ou não as versões da imprensa.
-
-

-
-
-
Beira-Mar e Varzim, dois candidatos à subida, deram espectáculo, quer em termos técnicos quer nos aspectos tácticos. Assentando as suas estruturas em 4x3x3, as duas equipas evidenciaram uma forte vocação ofensiva que o resultado final não espelha. As oportunidades sucederam-se, mas os dois guarda-redes - estiveram ambos em plano de evidência (...) os varzinistas, sempre em contra-ataque, nunca deram descanso aos visitados e, aos 86', adiantaram-se no marcador, por Nuno Rocha, na marcação de um penálti. O Beira-Mar, que só actuava com três defesas, mais se balanceou no ataque e acabaria por marcar três minutos depois, por Jessé - marcou com o peito -, dando justiça ao resultado.
-
-

-
-
-
-
Os poveiros entraram determinados a vencer e não fossem as duas boas intervenções de Litos a história podia ser outra. Já os aveirenses, que beneficiaram da exclusão de Pedro Santos (56’), não tiraram partido da superioridade. Quando os locais mais pressionavam aconteceu erro crasso: Fahel atrasa mal a bola, permitindo a intervenção de Emanuel e provocando a atrapalhação entre Fernando e o guarda-redes, que provoca penálti (e golo).Estava-se quase no final da partida mas houve ainda emoção e tempo para o empate, com o cabeceamento feliz de Jessé.
-
-
Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket-
-
No encontro de ontem, nem os aveirenses fizeram jus às expectativas em torno de qualquer equipa que joga em casa contra um adversário do mesmo nível, nem os poveiros se assumiram como fortes candidatos à subida de divisão.
-
-
Foto: Gabriel Fontes/ASF (Jornal A Bola)
-