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domingo, outubro 07, 2007

Perfeitamente ao nosso alcance

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Liga Vitalis - 7.ª jornada
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Nenhum varzinista terá saído do municipal de Penafiel com a sensação de que ganhámos um ponto.
PERDEMOS DOIS!
O Penafiel é uma equipa fraquíssima, sem fio de jogo, com uma defesa periclitante, com um meio campo altamente frágil (exemplo disso, as muitas bolas que perderam para o ataque varzinista principalmente na primeira parte) e um ataque que, de cabeça, fez perigo não mais do que duas vezes... e nada por aí além. Justifica absolutamente a posição que ocupa na tabela.
Nem parecia que tinha trocado de treinador na última semana.
O Penafiel não deu aquele salto que costuma ocorrer em semana de chicotada psicológica. Não existiu na primeira parte, foi inexistente na segunda.
Do outro lado, aquela que já provou ser uma das melhores equipas desta Liga Vitalis: um Varzim de combate, montado na nova estratégia 4x3x3, com mais posse de bola, bem organizado na defesa e no meio campo, irrepreensível na troca de bola e muito mais equipa na hora de criar lances de perigo.
Faltaram, no entanto, ingredientes decisivos: serenidade suficiente na hora de 'matar' e, fundamentalmente, remates... verdadeiros remates à baliza.
Se associarmos a isso opções questionáveis do técnico Diamantino Miranda, encontra-se a explicação para o nulo.
Não me vou armar em treinador de bancada. Dou apenas um exemplo: tal como eu poucos terão percebido como é que, numa altura em que a equipa estava a encostar o Penafiel aos arames, se retira um ala rapidíssimo como o Candeias e se introduz Campinho, um médio defensivo. Só encontro uma explicação possível para essa substituição: uma eventual lesão do #11... fora isso, digo eu, nada explica tal substituição.
E o Ukra? Porquê que não se optou por meter em campo um jogador acutilante e tecnicamente tão bem dotado, capaz de revolucionar a manobra ofensiva, quando o que se impunha era marcar?
E a saída do Roberto? Como é que se explica num momento em que o Varzim procurava a vitória e tinha o adversário completamente subjugado?
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Alguém disse na bancada, para Diamantino ouvir, 'jogos para empatar é no computador'.
O mesmo que perguntar: afinal, a quem é que interessava um empate com um Penafiel?
Em tese, diz-se que uma divisão pontual fora de portas é sempre um resultado positivo... mas julgo que desta vez era escusado jogar para o pontinho.
Os poveiros foram superiores em toda a linha e tinham o Penafiel completamente a jeito!
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Um jogo e os seus imponderáveis
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Mas não jogar o suficiente, ou falhar muitos golos é da responsabilidade de quem não aproveita.
Agora, penalties nítidos não sancionados é outra coisa. E penso que nesse capítulo o Varzim se pode queixar da sorte.
Aliás, foi incrível a forma como o portuense Artur Soares Dias assassinou em escassos dois minutos uma arbitragem que até estava a ser razoável: perto do minuto 90, num lance de perigo do Varzim, fiquei com a nítida sensação que há um remate à baliza penafidelense que é neutralizado pelo braço de um defesa da casa. No lance seguinte, contra-ataque venenoso do Penafiel, a bola sai pela linha de fundo, tocada em último por um jogador da casa.
Sanção do árbitro? Canto. Vá lá que, a bem da justiça, não deu em nada.
Definitivamente há coisas na arbitragem (às quais, infelizmente, já nos vamos habituando) que, se não são erros humanos, se não são pura coincidência, então só podem ser cozinhadas.
E, no caso concreto, não serão cozinhadas por adversários do calibre deste fragilizado Penafiel. São pensadas e decididas noutros redutos. Daqueles que, quiçá incomodados pelo bom arranque do Varzim, procuram puxá-lo cá para baixo... se não for a bem, é a mal!
Desculpem... admito que posso estar a exagerar... mas lá que elas acontecem... E o pior de tudo: é que, muito provavelmente, acontecem com a complacência ou eventual colaboração de quem tutela o futebol profissional no nosso país.
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domingo, setembro 30, 2007

Yazalde partiu o 'autocarro'

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Liga Vitalis - 6.ª jornada
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Aquilo que o Varzim prometeu na primeira parte, materializou na segunda.
Ante um Freamunde, por sinal muito limitado para aquilo que se pede a uma equipa deste escalão, a turma poveira foi sempre melhor... mas na etapa inicial faltou sempre qualquer coisa.
Ou se perdia tempo e espaço com mais uma fintinha, ou os jogadores queriam levar a bola para casa ou simplesmente os remates não levavam destino de golo.
Houve inclusive unidades fundamentais da manobra ofensiva cujos rendimentos na primeira parte deixaram muito a desejar. Refiro-me a Chico - que, apesar de voluntarioso, não conseguiu fazer quase nada - e a Roberto - que teve pelo menos duas boas chances de fazer a festa mas errou o alvo... isto quando não era apanhado em fora de jogo, o que aconteceu várias vezes ao longo do encontro. Ao contrário, o jovem Candeias assumiu os comandos do ataque pelo lado direito e foi um dos melhores em campo. Rapidíssimo de pernas, com um sentido de domínio do esférico absolutamente notável, o #11 trocou completamente as voltas aos defesas do Freamunde. Teve nos pés uma boa oportunidade para abrir o activo... minuto 10, posição frontal à baliza de Figueira... a bola passou ao lado. Mas a sua tarefa fundamental era mesmo assistir.
Cruzou, cruzou e cruzou... mas estava escrito... na primeira parte havia de ser 0-0.

Do outro lado, os 'capões' montaram um esquema marcadamente defensivo, e perigo só mesmo em contra-ataque.
Mas se duas ou três situações preocupantes criaram, já foi muito... Bruno Conceição não teve de trabalhar muitas vezes.
Foi com nulo no marcador que se atingiu o intervalo e foi com nulo que se chegou quase ao fim do encontro. Pelo meio fica uma segunda parte em que foi tudo nosso. O Freamunde encostou todo aos últimos 20 metros e nem um único contra-ataque.
A equipa do Varzim estava completamente espalhada no campo e o massacre era constante e absoluto. Mas faltavam os golos!
O jogo caminhava do meio para o fim e já eu a pensar que esta seria mais uma crónica em que teria que dizer que o Varzim jogou muito mais, mas simplesmente não conseguiu rebentar com o autocarro que o adversário pôs à frente da baliza.
Até que entra Yazalde. O jogo ficou eléctrico!
O jovem avançado, chamado ao último estágio da selecção sub 19, foi decisivo na construção do triunfo.
Deu um ar da sua graça assim que entrou... ao ir à linha, pelo lado esquerdo, e a cruzar para Roberto que errou o tempo de salto e falhou o golpe de cabeça que poderia abrir o marcador.
O Freamunde podia considerar-se avisado. O golo estava por minutos.
E assim foi: aos 80, Yazalde esgueirou-se até à linha de fundo, assistiu Roberto que, de cabeça, enviou (mais em jeito do que em força) a bola lá para dentro. Um golo com responsabilidades para o guardião do Freamunde que se fez ao lance tarde de mais.
O ESTÁDIO EXPLODIU DE ALEGRIA!!!
Foi um orgulho enorme ver um miúdo da casa a sacar um lance de génio daqueles e a assistir um companheiro para o tão merecido golo.
Foi a primeira pedrada no autocarro do Freamunde. E isso teve consequências imediatas: os visitantes acusaram o nervosismo da desvantagem e abriram o jogo para correrem atrás do prejuízo.

Resultado? Levaram que contar outra vez. Cinco minutos depois do primeiro golo, Emanuel recebe a bola à entrada da área, descaído sobre a direita, e chama Figueira para fora dos postes. O #7 varzinista viu Chico isolado, em posição regular e sem oposição dos centrais do Freamunde, isolou o #25 que de baliza aberta só teve que encostar para o 2-0 final.
Questão arrumada e sem contestações. A superioridade varzinista mereceu este brilhante desfecho.
Três últimas notas: uma negativa, para a lesão de Marco Cláudio aos 40 minutos... o que forçou Diamantino a mexer na equipa... desconhece-se a gravidade da lesão, mas deverá haver novidades nas próximas horas. As notas positivas vão, em primeiro lugar, para a afluência de adeptos ao estádio: com toda a margem de erro a que estamos sujeitos neste tipo de contabilidades, confirmamos as nossas previsões e atiramos para os 2000 espectadores, 150 dos quais viajaram de Freamunde.
A última nota, e a mais positiva de todas (e porque não é demais repeti-lo) a exibição de luxo de Yazalde (na foto). Bastaram-lhe cerca de 15 minutos para ser o melhor em campo.
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fotos: Varzim SC (Rui Carvalho) e Direitos Reservados
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domingo, setembro 23, 2007

Afinal contestar arbitragens compensa

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Liga Vitalis - 5.ª jornada
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Há dias em que a revolta faz todo o sentido!
Não porque a equipa tenha feito um mau jogo… pelo menos na segunda parte… mas porque a experiência nos meandros do futebol acaba por confirmar um facto indesmentível: quem mais verbera contra as arbitragens na semana antes dos jogos é quem mais sai beneficiado na jornada seguinte.
Foi o que aconteceu este domingo nas Aves. A equipa da casa fez exposições à Liga, alegando prejuízos de arbitragens, tentando encobrir a evidente incapacidade para sair da cepa torta.
E eis que a segunda parte do Aves x Varzim foi um roubo completo! Ele foi fora de jogo mal tirados, um penalti por assinalar ao cair do pano sobre Marco Cláudio, uma permissividade absurda em relação ao anti jogo dos avenses nos últimos minutos do encontro.
Tudo sem que Pedro Proença (um dos mais cotados árbitros nacionais) tomasse qualquer atitude.
Mas vinha eu de regresso a casa a ouvir a conferência de imprensa do encontro quando José Gomes, questionado sobre a arbitragem, afirmou com uma conveniente convicção que não viu nada de malicioso nas decisões do juiz lisboeta e da sua equipa de arbitragem.
Isto só não dá para rir porque a amargura que sinto por este desfecho injusto não me deixa margem para maiores ironias.
Mas o melhor ainda estava para vir: então não é que o técnico que tinha guia de marcha assinada, se hoje averbasse nova derrota, teve a desfaçatez de dizer que o Aves podia ter ganho o jogo por quatro ou cinco a zero? Mas quê? Eles são os galácticos e nós a ralé? Nós é que somos os últimos? Ou eles é que estão a olhar para a classificação de pernas pró ar?
Assim se encontra a razão para a equipa que José Gomes orienta só hoje, após cinco semanas de prova, ter amealhado a primeira vitória. Com um entendido destes ao leme, estamos conversados. É de quem, na verdade, não percebe nada de futebol!!
Melhor ficaria ao distinto treinador se admitisse que deu ordens expressas aos seus jogadores para se mandarem para o relvado, simulando lesões nos últimos minutos do encontro… ou então não seria pior se admitisse que Marco Cláudio foi puxado pelas costas dentro da grande área no último lance do encontro e o árbitro nada assinalou… ou então que, com o jogo já nos 2-1, Ukra recebeu uma bola vinda da direita e isolou-se à frente de Rui Faria em posição perfeitamente legal e o fiscal de linha (erradamente) assim não entendeu.
Ou então porque não ser homenzinho e admitir que o guardião avense simulou uma lesão na sequência de um pontapé de baliza que tinha como intuito único queimar tempo já de compensações?
É óbvio e evidente que quem leu estes primeiros parágrafos ficará a pensar que atribuímos o desaire à arbitragem. Não, nada disso. Mas, a bem da verdade, é preciso dizer que Pedro Proença e seus pares tiveram uma exibição de envergonhar a arbitragem. E depois ainda há por aí uma meia dúzia de energúmenos que afirmam à boca cheia que estamos a ser levados ao colo? Fará se não estivéssemos!
Adiante!
O resultado final não é justo… e o contrário só o dirá quem nada perceber de futebol. Mas se razões existem para justificar a nossa primeira derrota no campeonato estão todas no baixo rendimento da equipa no primeiro tempo.
A partir dos primeiros 10 minutos, o Aves foi superior. Carregou um bocadinho no acelerador e explorou as fragilidades do sector recuado do Varzim.
A jogada do primeiro golo é exemplo disso: numa arrancada pela esquerda, Pascal ultrapassa a oposição de Pedrinho, vai à linha e cruza para Leandro Tatu que aproveitou o largo espaço que os centrais do Varzim abriram para aparecer à frente de Bruno Conceição e fuzilar sem apelo nem agravo.
Voltaram a vir ao de cima as dificuldades da defensiva alvi-negra em travar este tipo de lances em que a apertada marcação à zona é absolutamente decisiva.
O tento inaugural deu aos avenses a capacidade de se agigantarem e de melhor espalharem a sua estratégia no relvado. E começam os calafrios: aos 24 minutos, uma infantilidade do meio campo varzinista deixa liberto Luís Rafael que, vendo o adiantamento de Bruno Conceição, picou uma chapelada que errou o alvo por escassos centímetros.
Nessa altura do jogo o Varzim estava completamente encostado e nem sequer teve hipótese de esboçar reacção. No minuto seguinte, Mércio desarma o desprevenido Malafaia e solta para o supersónico Tatu fazer o 2-0 por baixo das pernas de Bruno Conceição.
Com vinte minutos até ao intervalo, o Varzim tinha tempo para, pelo menos, reduzir a desvantagem mas isso não aconteceu. Seria o ideal porque, caso contrário, seria mais difícil contrariar o momento ascendente dos pupilos de José Gomes.
No segundo tempo, o Varzim foi muito mais agressivo, desligou o complicómetro e fez-se ao caminho.
Logo na primeira jogada da etapa complementar, Alexandre envia ao poste uma bola de canto.
Era o Varzim a avisar que, se perdesse, venderia cara a derrota.
E assim foi: o Aves passou a dispor de cada vez menos oportunidades e os poveiros foram gradualmente superiorizando-se ao adversário.
Em 20 minutos, lembro-me de pelo menos duas situações em que o Varzim esteve perto do 2-1: uma por Roberto (56’) que na hora H perdeu a bola entre as pernas dos centrais do Aves e outra por Pedrinho que, de frente para a baliza, mandou um petardo que passou a escassos centímetros da baliza. Ficou mesmo a sensação que a bola teria entrado!
Mas foi aos 66 minutos que o resultado assumiu proporções mais ajustadas. Candeias ganha a bola a um adversário na ala direita, ganha a linha e serve Marco Cláudio que nas alturas bate Rui Faria sem hipótese de defesa.
A partir daí foram os piores 20 minutos da vida do Aves: o Varzim instalou-se completamente no meio campo do adversário entregou-se à missão de igualar a partida com total afinco.
Marco Cláudio voltou a estar em evidência e por duas vezes podia mesmo ter feito o golo do empate… falhou sempre por milímetros.
Mas quando não era infelicidade dos jogadores do Varzim, era o apito do árbitro sempre tendente às pretensões do Desportivo das Aves que teve em Pedro Proença um aliado de peso.
Lembro-me que na última semana, José Gomes disse que sentia que o jogo com o Varzim estava ganho. Porque será??!!
O jogo chegou ao fim e, escusado será dizer, o resultado não agradou… não só porque é negativo mas também porque soa a uma imensa injustiça!
Mas o que mais me deixa feliz é que este mesmo Aves há de vir à Póvoa na segunda volta.
Aí voltamos a falar!
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domingo, setembro 16, 2007

Tanto domínio... só faltou marcar

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Liga Vitalis - 4.ª jornada
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De um jogo sem golos há muito pouco a dizer.
E deste Varzim x Vizela fica claramente a sensação de que fomos sempre superiores ao adversário (lembro-me, de cabeça, que o primeiro remate com verdadeiro perigo à baliza do Bruno Conceição foi mesmo em cima do intervalo) e de que, em termos atacantes, a equipa de Carlos Garcia apresentou poucos argumentos.
Do outro lado, o Varzim foi sempre uma equipa de combate. Estruturalmente organizada mas com pedras fundamentais com um rendimento um pouco aquém do habitual: no meio campo, Marco Cláudio esteve apagado e na frente Roberto e Chico estiveram desinspirados.
Do avançado ex-Trofense não fica na memória nenhum lance de perigo iminente; já do ponta de lança brasileiro, alguns remates de cabeça mas sempre facilmente anulados pelo guardião Riça.
E por falar em guarda-redes, no dia da estreia de Bruno Vale como suplente no banco varzinista, o seu concorrente e (para já) titular da baliza alvi-negra rubricou uma exibição tranquila.

O Vizela também 'fez por isso'. Salvo um ou dois lances de perigo, a equipa minhota foi inofensiva no ataque, mas denotou uma enorme solidez no meio campo e na defesa.
Aí se explica muito deste empate: o Varzim sempre em cima, em constante 'chuveirinho' para a grande área vizelense (principalmente na ponta final do segundo tempo) e uma defesa sempre pronta a desviar o perigo para longe.
Nota muito positiva para o regresso de Tito. O médio defensivo do Varzim voltou a desempenhar bem o seu papel de complemento ao último reduto alvi-negro e isso teve resultados visíveis: a defesa actuou com muito mais segurança. O #6 chegou mesmo a ter o golo nos pés na primeira parte, aproveitando um remate de meia distância em posição frontal, que passou a escassos milímetros do poste da baliza de Riça.
Destaque ainda para a garra de Candeias que entrou a poucos minutos do fim para o lugar de Chico. O jovem emprestado pelo FC Porto deu novo ânimo às incursões de ataque do Varzim mas, creio eu, entrou tarde demais na partida. Foi uma dor de cabeça para os laterais do Vizela, mas isso em nada mudou o score. O resultado penaliza a falta de inspiração de um Varzim algo dependente dos bons desempenhos de algumas das suas unidades fundamentais, e premeia um Vizela lutador e organizado.
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foto: JN
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