Segunda-feira, Maio 12, 2008

Fechar com empate na tarde de todas as emoções

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Liga Vitalis - 30.ª jornada
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O que ontem se passou em Gondomar era mais ponto menos ponto... se bem que uma despedida vitoriosa teria sempre outro sabor. Varzim e Gondomar, sem quaisquer ambições à entrada para a derradeira ronda da edição 2007-2008 da Liga Vitalis, deram o espectáculo possível e repartiram irmamente quatro golos num jogo que, apesar de tudo podia ter sido melhorzinho.

Melhor arranque da turma poveira que se superiorizou aos comandados de Nicolau Vaqueiro: nos primeiros 15 minutos, o Varzim andou perto do golo com Yazalde, Ruben e Emanuel a ameaçarem as redes de António Filipe.

Era apenas um aviso para o que estaria para acontecer: o golo poveiro surgiu aos 24 minutos, na sequência de um cruzamento de Candeias, da direita, que serviu Yazalde na perfeição que, na cara do guardião gondomarense, não desperdiçou e atirou a contar. A vantagem poveira durou, no entanto, muito pouco tempo: quatro minutos depois do Varzim ter chegado à vantagem, Fabeta aproveitou da melhor maneira um livre apontado pelo pequeno mas endiabrado Feliciano e empatou a contenda.

O jogo entrou no equilíbrio mas notou-se que, a pouco e pouco, o Varzim foi perdendo terreno e foi assim que, ainda antes do intervalo, o Gondomar deu a volta e se pôs em vantagem por Luciano.

A segunda parte teve menos oportunidades e trouxe duas equipas com objectivos diferentes: o Gondomar disposto a defender e o Varzim apostado em desfazer o resultado negativo... mas quase sempre sem sucesso.
A insistência poveira foi, todavia, premiada num lance de bola parada já bem perto do final do encontro. Aos 86 minutos, Emanuel bate direitinho para o fundo da baliza um livre descaído para a direita, sem hipótese de defesa para António Filipe, e evita a despedida do campeonato com uma derrota.
Foi o melhor que se arranjou numa tarde em que os os ouvidos estiveram muito mais atentos ao que se passou na Feira e em Vizela... os palcos da Honra onde quase até ao último minuto não se sabia quem acompanhava o campeão Trofense rumo à Bwin Liga, futura Liga Sagres.
E aqui impõe-se uma palavra de mérito e apreço aos nossos vizinhos: o Rio Ave que sofreu até ao fim para conseguir o objectivo da subida, acabou por conseguir ver premiado o esforço de uma época, a regularidade de um plantel e comprovou, afinal, o porquê de ter sido considerada ao longo do campeonato como uma das, senão mesmo a melhor equipa da edição 2007-2008 da Liga Vitalis.
Quando assim é, pomos as rivalidades de lado e a seriedade impõe que saibamos ver e analisar os factos como deve ser.
Uma referência não menos importante e não menos prioritária ao campeão Trofense... não foi sempre a melhor equipa mas foi sempre a mais regular.
Um gesto de solidariedade e amizade também para quem desce de divisão: ao Penafiel e ao Fátima desejamos os melhores sucessos desportivos na próxima época e um rápido regresso à Liga Vitalis.
E aos que ficam, a certeza de que para o ano estamos todos cá outra vez!
Por agora, deixem vir as férias... e nós vamos de abalada também.
Vem aí o Verão, o Euro 2008... o merecido descanso... e depois isto volta a aquecer.
Aí, prometemos, voltamos também nós.
E porque o tempo passa a voar, não é um até lá... é mais um até já!
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Domingo, Maio 04, 2008

Para cumprir calendário

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Liga Vitalis - 29.ª jornada
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A conquista da manutenção na semana passada frente ao Rio Ave e a vitória na final da Liga Intercalar na passada quarta-feira acabaram mesmo por ser os pontos altos desta época. Hoje, o Varzim defrontou o Feirense mesmo naquela de cumprir calendário. Foi uma equipa dedicada q.b. mas não se aplicou - nem para lá - como nos jogos vitoriosos de Vila do Conde e da Trofa, frente ao Sporting de Braga.

Diria que este embate 'águas mornas' entre poveiros e feirenses foi um reflexo do final de época para duas equipas que entraram na partida com os destinos praticamente traçados: o Varzim traquilíssimo e o Feirense de Álvaro Magalhães com uma diferença de cinco pontos sobre o Penafiel - primeiro da linha de água. Aos forasteiros bastava mesmo o tal pontinho.

Com duas jornadas pela frente e seis pontos em disputa, as preocupações não eram muitas daí que a partida tenha corrido numa toada distendida... muito ao jeito do 'não me chateies muito que eu também não'...

Mas na óptica do adepto, que vai ao estádio ver a última partida da época em casa, só há um pensamento: vencer. E vencer hoje ao Feirense era mais uma questão de prestígio do que outra coisa.

Pode-se até dizer que, em certo momento do jogo, isso até esteve perto de acontecer. Foi na segunda parte, entre o quarto de hora e os 35 minutos, com os alvi-negros a apertarem os comandados de Álvaro Magalhães no último terço do terreno com iniciativas de ataque sucessivas. O golo não aconteceu mas ficaram na retina bons momentos de futebol.

Nessa altura, também o Feirense respondeu como pôde e por duas ou três situações Bruno Conceição foi obrigado a aplicar-se a fundo.

À falta dos golos, ambas as equipas deram o espectáculo possível. No final, a festa foi do Feirense que beneficiou da derrota do Penafiel (0-2 com o Vizela) para garantir já hoje a permanência por mais uma época na Liga Vitalis.

Queria hoje, que a época está no fim, dar em nome dos administradores deste blog, uma palavra de apreço ao grande grupo de homens que todos os domingos batalharam pela camisola... muitas vezes sabe-se lá com que dificuldades.

A verdade é que esta época ficou marcada pela expectativa de objectivos maiores que saíram gorados por motivos de vária ordem: as lesões, as saídas de jogadores fundamentais, a dança dos treinadores, os salários em atraso... e mesmo assim conseguiram assegurar a manutenção - ainda por cima em condições dificílimas num jogo contra aquela que é, talvez, a melhor equipa da prova - e arremataram a Liga Intercalar numa final disputada frente ao Braga da roda dos grandes.

De facto não é pouco não senhor... não era legítimo que vos pedíssemos mais do que isto.

Uma coisa é certa: vocês são o nosso orgulho!... todos sem excepção.

OBRIGADO RAPAZES!
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Quarta-feira, Abril 30, 2008

É muita emoção...

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lintercalar
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FINAL
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(após prolongamento)
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Em quatro dias, o Varzim conquistou duas vitórias absolutamente decisivas para a autoestima da equipa.
Depois do triunfo da tranquilidade no campeonato conseguida em Vila do Conde, os poveiros sagraram-se frente ao Braga os primeiros campeões da Liga Intercalar.
O caminho até à glória foi no entanto bastante sofrido: foram 120 minutos intensos de excelente futebol, muito competitivo de parte a parte.
A partida começou numa toada de equilíbrio, com ataques e contra-ataques sucessivos e com as melhores oportunidade sempre a surgirem para os poveiros.
Ukra e Yazalde foram as unidades mais irrequietas na manobra atacante dos varzinistas.
O meio campo voltou a ser um sector decisivo com Tito - cada vez mais o patrão - a arrecadar uma vez mais o título de melhor jogador em campo.
Do lado contrário, os bracarenses respondiam com velocidade pelas alas e foi precisamente num desses lances que, ainda durante a primeira parte nasceu o primeiro golo da partida: César Peixoto sofre falta de Neto no enfiamento da grande área.
O próprio #10 bracarense cobrou o castigo para os pés de João Tomás que, aproveitando a apatia dos centrais alvi-negros, disparou de primeira a matar.
O golo do Braga, apontado a cerca de 10 minutos do intervalo, retirou alguma capacidade de resposta ao Varzim, pelo que o resultado do intervalo se justificava.
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Classe e mérito na segunda parte
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A etapa complementar trouxe um Varzim disposto a desfazer a desvantagem no marcador.
Rui Dias introduziu, de uma só vez, Telmo, Malafaia e Emanuel e a diferença viu-se logo.
Os poveiros passaram a atacar muito mais que o Braga, tiveram muito mais posse de bola e fizeram muitos mais remates.
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Nessa sequência, surge o lance que dá origem ao golo do empate: uma boa combinação que culmina com um primeiro remate de Yazalde defendido pelo guardião bracarense e com uma recarga que é intencionalmente afastada por Sidibé com a mão dentro da grande área. Penalty bem assinalado e expulsão directa do defesa arsenalista.
Malafaia, chamado a converter, não perdoou e repôs a justiça no resultado.
Mas foi com o retoque final na frente de ataque que os poveiros iniciaram a arrancada final para a vitória. Candeias, endiabrado como de costume - apesar de em alguns momentos ter acusado um certo cansaço - foi um verdadeiro terrorista para os laterais bracarenses.
Por oposição, Tássio - que substituiu a jovem promessa Yazalde - deixou muito a desejar. O avançado brasileiro é muito pouco interventivo no jogo, apesar da altura que tem, denota uma imensa dificuldade em ganhar lances de cabeça, não incomoda minimamente os centrais... e no único lance em que teve oportunidade para matar o jogo atirou para onde estava virado... por azar, não foi a baliza.
O tempo regulamentar chegou ao fim com um empate a uma bola e tudo se decidiu na última meia hora.
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Candeias iluminou... no fim
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Foi tudo rápido demais, 15 minutos por parte dá para muito pouco e o cansaço dos jogadores começa a ser evidente.
Candeias foi, sem dúvida (nesta fase do jogo), o homem mais fresco em campo. Ganhou um novo fôlego e foi o jogador que mais procurou desequilibrar o resultado a favor dos poveiros.
Tanto insistiu que foi premiado com o merecido golo numa iniciativa individual, mesmo em cima do fecho do tempo extra: aguentou as pressões dos defesas bracarenses, ultrapassou a oposição do guarda-redes e quase em desequilíbrio atirou para a baliza deserta.
A festa tomou conta por completo do topo sul do estádio do Trofense.
A uma só voz, cerca de 1000 adeptos poveiros cantaram e deram largas à alegria!
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CAMPEÕES, CAMPEÕES, NÓS SOMOS CAMPEÕES!
E COM TODO O MÉRITO, TROUXEMOS O CANECO PARA A PÓVOA!
OBRIGADO RAPAZES!
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Foto: JN
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VARZIM VENCE FINAL DA INTERCALAR!!!!

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O Varzim acaba de vencer a final da Liga Intercalar, ao derrotar o Braga por 2-1 na Trofa.
Ao intervalo os poveiros perdiam por 1-0, empatando no segundo tempo por Malafaia.
A partida seguiu para prolongamento, com o Varzim a marcar o 2-1 mesmo ao cair do pano, por intermédio de Candeias. Mais uma taça para a nossa sala de troféus e o Varzim fica assim para a história como o primeiro vencedor da competição.
A todos os Varzinistas, PARABÉNS, CAMPEÕES!
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Segunda-feira, Abril 28, 2008

Um triunfo por toda uma época...

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Liga Vitalis - 28.ª jornada
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Vinha eu ainda a recompor as cordas vocais depois de festejar a vitória em Vila do Conde quando entrei no carro e ouvi a mais bizarra das análises ao jogo.
Um nervoso e impreparado João Eusébio atreveu-se a dizer que «o empate seria um resultado mais justo» porque «o Varzim foi um adversário que jogou no erro do adversário».

Dá, antes de mais, vontade de perguntar ao treinador do Rio Ave o quê que a sua equipa fez quando veio à Póvoa, valendo também a pena perguntar-lhe se, à data, ele terá posto em causa o mérito da vitória da sua equipa.
Não me lembro que Diamantino Miranda (à data treinador do Varzim) ou mesmo nós na nossa crónica tenhamos feito a análise facciosa e desonesta.
Lembro-me mesmo que considerámos, como ainda hoje dizemos, que o Rio Ave tem uma das melhores, senão mesmo a melhor equipa do campeonato. A verdade é que o técnico do Rio Ave já não consegue esconder o nervosismo que decorre do receio de um eventual ataque dos 'fantasmas' do passado... leia-se o possível falhanço da subida na recta da meta. É que os melhores também falham... e foi exactamente isso que aconteceu.
Mas isso é problema deles.
Quanto a nós, as contas estão resolvidas. Não ao nosso gosto... isso já sabemos há muito, mas a verdade é que garantimos a tranquilidade num jogo que sabíamos que era difícil.
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Sempre melhores durante os 90 minutos
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O Varzim foi sempre mais forte e mais esclarecido. De trás para a frente, Bruno Conceição voltou a dar nas vistas pela segurança que denotou nos momentos mais difíceis, principalmente na segunda parte, quando os vilacondenses tentaram incomodar com mais insistência... mas sempre sem sucesso. Na defesa, conjugaram-se a experiência de Alexandre e a juventude do emergente Neto. O resultado foi soberbo: o último reduto alvi-negro demonstrou uma solidez inabalável, complementado pela acção de dois centrais de raíz, adaptados à posição de laterais. Pedro Santos à direita e Nuno Gomes à esquerda não inventaram, mas também não comprometeram.
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Mas foi no meio campo operário que se desenhou o caminho para o sucesso: Tito foi sem dúvida o melhor de todos e o melhor em campo... não apenas pelo golo que apontou (mais do que merecido) mas pela luta que entregou ao jogo; Malafaia, que tem vindo a melhorar significativamente as exibições nos últimos tempos esteve também endiabrado. Dos pés dele saiu, de resto, o primeiro aviso de que as coisas iriam correr mal aos da casa: ainda na primeira parte, pouco antes do intervalo, o #16 atira em jeito uma bola de livre em posição semifrontal à trave da baliza de Paiva... Ukra ainda tentou desviar de cabeça para dentro mas o golo passou escassos centímetros por cima.
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Às aranhas no início da segunda parte
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Depois do descanso, o Rio Ave fez tudo para contrariar o que os forasteiros construíram de positivo no primeiro tempo.
A equipa de João Eusébio teve principalmente em Chidi um elemento desequilibrador. Pela direita ou pela esquerda, o nigeriano foi uma dor de cabeça para os corredores alvi-negros.
Por duas vezes, Bruno Conceição foi obrigado a intervenções apertadas (60' e 67') e nesse sentido pouco faria prever que o golo alvi-negro surgisse tão rapidamente, apesar dos avisos da primeira parte.
Foi em contra-ataque: Emanuel, que entrou a substituir Nuno Rocha, combinou de forma fantástica com o cérebro Marco Cláudio que viu a janela de oportunidade para Tito que de primeira, e sem piedade, fuzilou para Paiva ir buscá-la lá dentro.
A superior descoberta veio abaixo! Com cerca de 5000 adeptos no estádio do Rio Ave, metade seriam seguramente varzinistas... pois terão sido certamente mais de 2000 gargantas a gritar bem alto o golo alvi-negro.
Foi o momento decisivo do jogo: o Rio Ave partiu-se por completo e viu a vida ainda mais complicada com a expulsão do lateral esquerdo Rogério Matias na sequência de uma mão na bola (um erro infantil) que lhe custou o segundo amarelo e consequente vermelho.
As evidências gelaram a festa presunçosa de uma boa parte dos rioavistas que estavam convencidos que aquilo ontem eram favas contadas.
(perdoem-me este excerto da crónica mas agora vou até ao fim) Não digo isto porque queria que o Varzim estragasse a festa do Rio Ave só porque é o rival.
Mas porque durante a semana fui seguindo o fervilhar do derby na blogosfera e vi muito impropério e muito insulto dirigido a um Varzim, chacotado por estar depauperado, enxovalhado por não ter conseguido a subida de divisão.
Vi mesmo apelos a uma onda verde que ia invadir cafés da Póvoa e de Vila do Conde para nos mostrar como é que se enche estádios e tal e coisa (mas qual onda verde? a onda verde foi o que eles mostraram ontem contra o Varzim? Risível...)... e tudo e tudo e mais... mas isto não é de agora.
Houve um certo blog de rioavistas sem crédito nenhum, cuja crónica do jogo entre Varzim e Rio Ave da primeira volta foi puro gozo do início ao fim com excertos da crónica do Preto No Branco.
Toda essa atitude reprovável que nós não tomamos, mas que constatamos e registamos, resume-se numa palavra: ARROGÂNCIA!
Uma arrogância que eles agora estão a engolir a seco.
Podem até subir já na próxima semana... mas a preocupação de terem de fazer continhas de cabeça ou de terem de ganhar já no próximo jogo ninguém lhes tira.
Vamos a ver se conseguem!
Quanto a nós, temos a final da Liga Intercalar...
VENHA O BRAGA!
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Foto: Varzim SC
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Segunda-feira, Abril 21, 2008

Júlio César ditou infortúnio

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Liga Vitalis - 27.ª jornada
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Apesar da equipa do Varzim ter criado mais oportunidades de perigo durante a primeira parte da partida, foi o Santa Clara que conseguiu, num rasgo de sorte, já na segunda parte, chegar à vitória, num remate do inevitável Júlio César, que, assim, aumentou para 13 o número de golos marcados nesta edição do campeonato, liderando a lista de melhores marcadores.
Apesar do triunfo, a equipa açoriana jogou um futebol sem brilho durante os primeiros 45 minutos, dando margem de manobra aos visitantes para criarem mais situações de perigo, que exigiram as defesas prontas do guarda-redes João Botelho, que demonstrou sempre grande segurança.
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Depois do intervalo, notoriamente mais moralizados, os jogadores do Santa Clara demonstraram vontade em lutar para chegar ao golo e assegurar a permanência na Liga de Honra, o que lhes valeu a conquista de três pontos que evitam quaisquer sobressaltos nas últimas três jornadas da Liga de Honra.
Moralizados pela vitória do último fim-de-semana frente ao Vizela, os jogadores treinados por Ricardo Formosinho ensaiaram vários remates à baliza do Varzim, só conseguindo concretizar aos 65 minutos, por intermédio de Júlio César.
A partir do único golo da partida, a equipa do Varzim nunca mais conseguiu impor o seu futebol, apesar de ter continuado a acreditar que iria reverter o resultado. Não o conseguiu e foi ultrapassado na tabela classificativa pelo adversário de ontem.
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Texto: Agência Lusa
Foto: Açoreano Oriental
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Segunda-feira, Abril 14, 2008

Um nulo bem disputado

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Liga Vitalis - 26.ª jornada
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Num jogo que apenas pudemos acompanhar à distância, deixamos algumas notas para o que ouvimos e lemos na imprensa de hoje: excelente nota para os adeptos do Trofense que vieram ao nosso estádio em grande número. Ordeiros, coloriram o a superior com as suas cores e receberam dos poveiros uma resposta à altura. Rezam as crónicas dos jornais e da rádios que também os varzinistas estiveram em bom número.

Nota negativa para Artur Soares Dias. O jovem árbitro portuense parece estar a enveredar desde cedo pelos vícios da arbitragem. Muitas decisões polémicas e sem nexo... sempre em prejuízo dos mesmos. Cheira a esturro e não será por acaso.

Ficam agora dois recortes do que hoje se escreve e aprecia do empate a zero entre Varzim e Trofense. Um jogo por sinal muito bem disputado.

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Frente ao líder do campeonato, os Lobos do Mar provaram ser uma das melhores equipas a jogar futebol na Liga Vitalis e, não fossem os inesperados percalços no seu percurso, certamente a sua posição na tabela classificativa seria outra. Numa primeira parte dominada pelos poveiros, que foram inexcedíveis na forma como ultrapassaram a dureza e agressividade do adversário na disputa dos lances, foi ao Varzim que pertenceram as melhores oportunidades de golo e nem mesmo a contrariedade aos 16 minutos, com a saída forçada, por lesão, de Sarmento abalou a equipa que viu Pedro Santos cumprir a sua missão com bastante rigor.O primeiro sinal de perigo do Varzim junto à baliza do inspirado Paulo Lopes, aconteceu aos 19 minutos, num cabeceamento de Tito, na sequência de um livre de Malafaia, que o guarda-redes trofense desviou com uma defesa fantástica. A resposta do Trofense deu-se aos 23 minutos, naquela que foi a melhor das poucas ocasiões criadas na área alvinegra. Um cruzamento de Pinheiro na direita, proporcionou o cabeceamento, por cima, de Moukouri.Minutos depois, Marco Cláudio esteve muito perto de marcar num cabeceamento, seguido de um remate, mas a defesa forasteira conseguiu afastar o perigo pela linha de fundo. Na transformação do canto na esquerda, Yazalde rematou a rasar o poste. À meia hora de jogo, Emanuel viu Paulo Lopes, novamente, negar o golo com uma excelente intervenção e, a poucos minutos de Artur Soares Dias apitar para intervalo, Nuno Gomes criou nova oportunidade com um cabeceamento ao lado.

O início da segunda parte, ficou marcado pela entrada mais consistente do Trofense que assumiu temporariamente o domínio do jogo. Aos 48 minutos, o Varzim tremeu com o melhor momento do Trofense em todo o jogo. Ricardo Nascimento rematou para defesa espectacular de Conceição e na recarga, o mesmo jogador viu Pedro Santos com um pontapé de bicicleta evitar que a bola entrasse. Três minutos depois, Pinheiro rematou ao lado.A reacção do Varzim aconteceu aos 29 minutos, num bonito momento, protagonizado por Malafaia que com um passe categórico, isolou Marco Cláudio, mas o médio varzinista, já em cima de Paulo Lopes, não conseguiu o remate. As últimas oportunidades no lado do Trofense pertenceram a Ricardo Nascimento e a Rui Borges, mas ambos os remates acabaram por não ameaçar Bruno Conceição, que esteve muito seguro na baliza poveira
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O Estádio do Varzim foi palco de uma excelente partida de futebol, onde houve empenho total e só faltaram os golos. O Varzim, que cedo teve de recorrer a uma substituição forçada, por lesão de Sarmento (16’), foi a primeira equipa a tomar conta do jogo, com três oportunidades de golo não concretizadas por Tito, Marco Cláudio e Emanuel. No entanto, este ligeiro domínio encontrou forte oposição do Trofense, cujo meio-campo reforçado tapou as investidas contrárias.Após o intervalo, apareceu o Trofense mais atrevido, com um futebol longo e bem assente na visão de Ricardo Nascimento, tendo proporcionado boas defesas ao guarda-redes Bruno Conceição. Sem dúvida que o empate acaba por não ser desfecho imerecido, já que a derrota de qualquer das equipas poderia revestir-se de injustiça. O que faltou para dar mais vivacidade ao encontro foram os golos, até para galvanizar ainda mais os assistentes afectos aos dois clubes, que puxaram pelas suas equipas o mais que puderam.Saíram mais satisfeitos os que se deslocaram da Trofa, feitas as contas, mas quem era da Póvoa de Varzim não se pode considerar frustrado porque o empate não deslustra o trabalho dos Lobos do Mar. Daí que seja justa a atitude dos técnicos em dar os parabéns aos seus jogadores.
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Foto: Varzim SC
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Quinta-feira, Abril 10, 2008

Eles vão ser 2000...

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... venham eles!
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Terça-feira, Abril 08, 2008

Pulmão não deu para mais

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Liga Vitalis - 25.ª jornada
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Numa bela tarde para a prática do futebol, Estoril e Varzim disputaram uma partida que ambos tinham de vencer se quisessem sonhar com a hipótese da subida (já quase uma miragem para os poveiros, mas ainda uma possibilidade para os canarinhos).
Entraram de rompante os alvi-negros, que contemplaram os poucos varzinistas presentes com uns primeiros 25 minutos de luxo: entrosamento total, precisão no passe e colocação perfeita dos jogadores no terreno, que tiveram como resultado duas oportunidades de golo (Candeias aos 8 minutos, após abertura notável do maestro Marco Cláudio, e Yazalde, de cabeça, aos 16). Os varzinistas chegaram a fazer longas sequências de passes sem que o adversário conseguisse tocar na bola, naquelas situações que costumam provocar uns "olés" vindos da bancada. Pouco mais restava aos estorilistas do que espreitar o contra-ataque e travar os da Póvoa como podiam. Yazalde foi, neste período, particularmente visado, pelo que não se estranhou o primeiro cartão amarelo, exibido para os da casa aos 22 minutos.
Aos 25, num contra-ataque, Leandro passou por vários alvi-negros e disparou com perigo para grande defesa de Bruno Conceição (que, tirando uma fífia num canto, esteve irrepreensível, como de resto tem sido hábito ao longo desta época). Só a partir desta jogada do avançado brasileiro conseguiram os estorilistas sacudir a pressão e dar um ar da sua graça, equilibrando as operações e conseguindo uma grande oportunidade aos 37 minutos, na sequência da já referida falha do guardião forasteiro.
A história do jogo ficaria escrita aos 42 minutos. Livre do lado esquerdo do ataque do Estoril. Um elemento dos amarelos coloca-se para lá da linha defensiva varzinista e, no momento em que os jogadores alvi-negros recuam a acompanhar a desmarcação dos da casa, o referido elemento choca deliberadamente com um deles. No meio da confusão, Leandro eleva-se e faz o golo. Possivelmente, sem a obstrução efectuada pelo jogador estorilista, a bola teria chegado mesmo assim ao "matador" brasileiro. Mas é incrível como é que nem árbitro nem fiscal de linha punem o "intruso" pela situação de falta clara. Tanto quanto sabemos, o único tipo de futebol onde o bloqueio de jogadores sem bola é permitido é o futebol americano.
Ao intervalo, perante um resultado que tinha sabor a injustiça, Rui Dias mexeu na equipa, tirando Sarmento e reforçando o meio-campo com Pedro Santos. O Varzim voltou a entrar com vontade, e uma vez mais Yazalde (a nosso ver empurrado em falta à entrada da área adversária aos 52 minutos num lance perigosíssimo, sem que o árbitro tivesse assinalado a respectiva sanção) e Candeias (um caso sério, com o único defeito de gritar demasiado com os colegas) a disporem cada um deles de uma oportunidade de facturar. Contudo, a partir dos 55 minutos foi o Estoril e só o Estoril a mandar no jogo, muito por culpa do total estouro do meio-campo varzinista. Os da casa tiveram assim algumas oportunidades (destaque para um remate espectacular de Marco Bicho aos 84 minutos), mas na baliza do Varzim mora um guarda-redes de primeira água, que viria a brindar-nos nesta altura com a defesa da tarde. Saúda-se o inconformismo, principalmente de Ukra (entrado para substituir o já cansado Yazalde), Candeias (mais uma vez muito bem aos 79 minutos, mas sem conseguir bater o guardião adversário) e o inevitável Alexandre, mas tudo isto não bastou para evitar a derrota.
Quanto a Rui Dias, parece-nos que tomou as opções correctas em termos de substituições (apenas consideramos que Tássio deveria ter entrado um pouco mais cedo e não apenas aos 85 minutos), embora não compreendamos o porquê de Ruben praticamente nunca descer. É jovem e, nesta altura do campeonato, ainda tem com certeza força para isso (provavelmente mais do que os seus companheiros do meio-campo, que não conseguiram apoiar convenientemente Candeias durante quase toda a segunda parte). Ainda sobre Ruben, gostámos de uma ou outra intervenção na primeira parte, mas esperávamos mais na segunda. Muita garra só não chega, há que não se precipitar em certas situações. Esperemos que amadureça e se torne em mais uma aposta ganha vinda da formação.
O árbitro Marco Ferreira esteve muito bem disciplinarmente e no julgamento das faltas a meio-campo, pecando a nosso ver em dois lances que poderiam ter ditado um outro resultado.
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Domingo, Março 30, 2008

Valeu rapazes!

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Liga Vitalis - 24.ª jornada
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Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket---2--x--0--- Beira Mar

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À entrada para o encontro, Varzim e Beira Mar traziam heranças muito diferentes: os poveiros traziam o peso de duas derrotas com golos sofridos a frio e os aveirenses traziam três vitórias consecutivas e o desejo de não baquearem à entrada para a fase decisiva do campeonato.

E um pouco à semelhança do que aconteceu no início da prova - lembram-se da eliminação humilhante do Varzim da Taça da Liga (0-4 com o Leixões) e da vitória (1-0) do surpreendente Portimonense frente ao Rio Ave, que lhe permitiu continuar em prova, os poveiros chegaram na primeira jornada ao Algarve e 'cá vai disto'... quatro golos sem resposta e uma exibição avassaladora a fazer esquecer a triste exibição na Póvoa frente ao recém promovido Leixões.

Pois bem, o que aconteceu frente ao Beira Mar foi qualquer coisa tipo a papel químico.

Atrevo-me mesmo a dizer que se os homens de Paulo Sérgio são candidatos à promoção, pelo menos na Póvoa não o mostraram.

A superioridade alvi-negra foi absoluta do primeiro ao último minuto e a equipa teve uma exibição plena de entrega, luta e garra como há muito não se via. Todos os sectores merecem nota altamente positiva: Bruno Conceição foi um espectador, mas das poucas vezes que teve de intervir, funcionou muito bem e deu à equipa a confiança necessária. Principalmente à defesa. Esteve muito mais segura de si do que com Bruno Vale. Conceição tem, de resto, um outro ponto a seu favor: explode com alegria nos bons momentos da equipa e interage nesses mesmos instantes. Os adeptos retêm essa atitude que denota a união no grupo e aplaudem. Na defesa, todos de parabéns da direita à esquerda: confesso que Sarmento era para mim um desconhecido. Jogou com muita concentração e não comprometeu, deu boas indicações com as bolas paradas e dos seus pés saiu, com a ajuda da barreira, o primeiro golo do Varzim; no meio, a dupla habitual com Alexandre e Nuno Gomes a terem também uma tarde tranquila sem sobressaltos e à esquerda, Telmo soube sempre aproveitar o espaço que teve para explorar as combinações com os companheiros do meio campo. Precisamente no meio terreno - o sector mais trabalhador - Marco Cláudio foi classe, Emanuel resistência, Tito raça e Malafaia operário... na frente Candeias foi speedy Candeias, pela forma impiedosa como lançou o terror entre os laterais auri-negros, tanto pela direita como pela esquerda. Superiorizou-se sempre em velocidade aos adversários. E Yazalde foi, sem margem para dúvidas, o melhor de todos.

Aliás, tudo o que se possa dizer da exibição do miúdo é pouco. Encheu o campo, esteve em todas as (numerosas) incursões do ataque, ganhou o livre que deu origem ao primeiro golo, fez um trabalho notável - já no segundo tempo - limpando do caminho os dois centrais aveirenses e rematando (para suprema infelicidade) à trave da baliza dos visitantes, defendeu quando foi necessário... eu sei lá, fez tudo o que foi necessário... e acabou substituído para dar lugar a Ukra que, em cima do apito final, poria justiça no resultado ao apontar o segundo golo com um mergulho 'à peixe', servido por um cruzamento da direita.
E digo justiça no resultado porque se é certo que o Beira Mar bem tentou (sem nunca conseguir) inverter o sentido do marcador, o Varzim foi inteligente ao responder em contra-ataques venenosos que levaram sempre muito mais perigo do que qualquer descida aveirense até à área poveira.
Tantos foram os falhanços e 'tantas vezes o cântaro vai à fonte'... que era elementarmente justo que o golo da tranquilidade surgisse.
Com este triunfo, está meio caminho percorrido para alcançar a manutenção. Falta outro meio.
Ganhar outro encontro é fundamental para assegurar o objectivo mínimo traçado para esta temporada... para enfrentar os jogos mais difíceis com as equipas da frente de forma mais descontraída.
Ou pelo menos sem aquela pressão que tantas vezes inibe a qualidade exibicional.
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Quarta-feira, Março 19, 2008

O passado que nos orgulha - I

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Aproveitando a passagem de mais um aniversário do inesquecível Vata, o Preto No Branco aproveita a oportunidade para apelar à memória dos adeptos para que nos ajudem a saber o que é feito dos grandes jogadores que por cá passaram.
O que será feito de Lufemba, Ebongue, Catricoto, Nelson, Marques, Valdir, Quim, Rico, Benje, Sidónio, Nunes Pinto ou Salvador?... e tantos outros...
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Nome: Vata Manatu Garcia
Alcunha: "Vata-Vata"
Nacionalidade: Angolana
Local de Nascimento: Damba (Angola)
Data de Nascimento: 19 de Março de 1961
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Veio do Recreativo de Águeda para o Varzim em 1984.
Quatro anos depois saiu para o Benfica onde foi campeão nacional por duas vezes, melhor marcador em 88-89 e ficou célebre em 1990 pela famosa mão que derrotou o Marselha nas meias finais da Taça dos Campeões Europeus.
Terminou a carreira como futebolista em 1999 na Indonésia, onde estava - pelo menos - até 2004 como treinador principal no Mitra Kukar Kalimantan.
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